sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Carta ao atingido


NÃO, NÃO, NÃO MESMO!?!

A vida não toma outro rumo ou caminho que seja melhor do que é. Não adianta tentar. Gira em círculo, círculo, círculo, círculo. Circular. Favorável que é para se manter onde se está. O choro é remédio, mas tende a remediar demais. E causa dor, ao mesmo que não causa nada. Não causa. É uma (des)intenção intensa, presumo, de não dar norte a nada. PIOR!!! Se de um lado é grande, do outro é maior. Com comparação e que não basta em si. Passo grande, sem resposta. Sua vontade é que já se torna incurável!

Um desafogo da vergonha que implica no mal resolvido, desses de tentar consertar. Evita-se a expansão, é fato; mas sem dor, sem remédio. Caminho fraco, COVARDE!? E desconhecido. Esconder-se também é uma alternativa, mas não por muito tempo. Por prazo.

Gira, gira, gira, gira... Em círculo! Circular! Infinidade invariável! Por si só, não basta! Não há campeonato, não há guerra, nem competição! Uma luta, que contra, ninguém vence! Perde! Ou evita o confronto! Manobra! Alma nobre! Mas depende de quem vê e se vê! Sucesso de comparação não é sucesso! Nem depende de quem compara! Ou?!

É a luta do homem. (Ou?!) meu. Que demagogia mais barata. Tranca a tranca e recolhe (em si) no vazio, sozinho. SOLITUDINE. A vitória em detrimento ao fracasso é só vitória. E o que é.... não basta. Não basta em nada. Mas o caminho é apontado, embora não vá resolver!

Marcelo Horta Mariano