Cérebro moído que se derrama
Que se descobre em problemas casuais
A autenticidade escapa
Quando há de se raciocinar
O fazer se torna simples
Há conflito entre duas potencialidades
Que conduz onde não se quer ir
Mesmo quando correto
Há erros onde não se pode imaginar
Por mais aprovação que se tenha
Há desapontamentos
Onde será que se está?
Porque não se encontrar?
Ignorância e fácil fragilidade
Em autenticidade, repulsa
Democracia é solidão
Como que fugir-se
Repulsas e ódio
Desgosto pelo eu sob controle
De imposições pelo prazer
Não se pode se perder em si mesmo
Perder-se para não se encontrar
Nisso, um alvo
Como sair?
Há tempo?
Nas profundezas mais obscuras
Descer-se ao máximo das potencias
O que se pode fazer?
O desejo
É preciso concentrar-se em tudo
Marcelo
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